É Galerinha, achei legal comentar esta matéria, mas antes de tudo quero falar um pouco sobre os amiguinhos Plânctons...
Quem vê Bob Esponja já entendeu... Não Não entendeu!! Os Plânctons não vivem nas profundezas como o Bob esponja e o Patrick ok!
É Galera, os desenhos dizem muitas coisas erradas! Mas vale apena se basear para lembrar daquelas coisas impossíveis de lembrar na hora do vestibular. Por exemplo que a anemona do mar serve de casa para o peixe palhaço, conhecido também como Nemo.
Voltando aos Plânctons estes são seres microscópicos que habitam a parte superficial dos mares, "eles que colorem a água"! (E QUEM APRENDEU NA ESCOLA QUE O MAR É AZUL PORQUE FAZ CONTRASTE COM O SOL.. ESQUECE PELO AMOR DE DEUS!!!!)
O mar é azul ou verde dependendo dos seres microscópicos que habitam aquela parte, estes são fototizantes (fazem fotossíntese) e por este motivo achamos que a água é azul ou verde.
A água na verdade é transparente, mas o conjunto destes seres vai dar tonalidades diferentes.
No caso da maré vermelha, também é formada por seres microscópicos e fototizantes na água.. afinal existêm pigmentos acessório em alguns seres fototizantes né... ;)
Tanto que encontramos na natureza algumas árvores com folhas avermelhadas ou azuladas e elas fazem fotossíntese.
Abaixo coloquei uma matéria do site globo.com falando do estudo da maré vermelha.
Comentem, perguntem, discutam ok!
Pesquisadores desvendam formação de camadas de plâncton nos mares
Criaturas microscópicas podem 'migrar' ao longo de camadas de água.Trabalho é importante para ajudar a prever marés vermelhas.
Criaturas microscópicas podem 'migrar' ao longo de camadas de água.Trabalho é importante para ajudar a prever marés vermelhas.
Henry Fountain
Do 'New York Times'
O oceano pode ser comparado a um enorme parfait. Em vez de homogêneo, ele é feito de camadas de água, nutrientes e organismos. Entre as camadas estão aquelas que contêm grandes concentrações de plâncton. Essas camadas estão geralmente a alguns metros da superfície, com apenas alguns metros de espessura, mas potencialmente com quilômetros de comprimento. Servem como clubes ecológicos, oferecendo comida a outras criaturas. Mas elas também podem ser o cenário de enormes florescências de algas, que causam marés vermelhas tóxicas. Mas como essas camadas de plânctons se formam é incerto. Num artigo na revista especializada "Science", William M. Durham e Roman Stocker, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e John O. Kessler, da Universidade do Arizona, mostram que o nado e o formato do plâncton têm sua função. Stocker, que estuda as consequências em larga escala da mobilidade do plâncton, diz que os organismos unicelulares tendem a nadar em direção à superfície durante o dia e para o fundo à noite. Se a água está parada, eles apenas vão para cima e para baixo. Mas as correntes oceânicas criam camadas de água que se movem mais rápido ou mais lentamente. Na divisão entre duas camadas, ocorrem forças que agem sobre o plâncton, fazendo com que nadem numa direção inclinada e, se as forças são intensas o bastante, fazem-nos cair e girar. Stocker comparou isso a andar com um forte vento em suas costas que o faz se inclinar para frente, até que sopra forte o bastante para girá-lo de ponta-cabeça. Por não estar mais nadando para cima, o plâncton caindo fica preso nessa fronteira, unido a mais e mais plânctons à medida que eles nadam para cima e para dentro da zona. Quais espécies de plâncton ficam presas, e onde, depende da intensidade das forças e da morfologia do plâncton, diz Stocker. Os organismos que são mais pesados embaixo exigem forças mais altas para descer. A descoberta deve ajudar nos esforços para prever marés vermelhas, diz Stocker. “Isso aponta a direção correta a oceanógrafos, no que diz respeito a o que eles deveriam medir para prever essas coisas”, continua Stocker. “Eles precisam medir a força vertical, e medir algo sobre a morfologia da célula.”
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1019506-5603,00-PESQUISADORES+DESVENDAM+FORMACAO+DE+CAMADAS+DE+PLANCTON+NOS+MARES.html

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